Entra hoje em vigor a carta por pontos, com o objectivo de redução da sinistralidade. Não mudam as regras de condução, nem se exige formação adicional aos condutores.
Ou seja, aparentemente, existem já (e sem necessidade de chicote) condições para que a sinistralidade seja muito inferior.
O problema está mesmo no ser humano que precisa de chicote para ser cumpridor de regras de condução, mesmo estando em causa algo tão essencial quanto a sua segurança e a dos outros.
Esta semana ouvi um militar a dizer que, muitas vezes, não bastam as cenouras para mudar hábitos e tem de se usar o chicote. De repente, pareceu-me um comentário despropositado mas pensando bem corresponde à realidade.
É pena.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
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