Este Natal será diferente, com a ausência física dos dois principais pilares da família. Temos a pesada herança de continuar o seu exemplo de retidão e apego à família e estamos todos apostados em fazê-lo.
Em vésperas da consoada, dou por mim a recordar natais passados.
Entre muitas memórias boas, recordo uma cena recorrente cuja razão de ser sempre me suscitou curiosidade. Antes de irmos para a meses todos tinham de dizer se queriam ovo cozido para que não se cozesse a mais. E era um sarilho quendo, a meio da refeição, alguém mudava de ideias. Presumo que a causa se relacione com as origens humildes da família e a preocupação de não estragar comida.
Com o tempo a "tradição" foi-se perdendo, especialmente porque foram entrando novos elementos na família que introduziram na ementa do dia 25 o "farrapo velho" pelo que já não há risco de desperdiçar ovos excedentes.
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