É o Azar que origina a maioria dos cancros. 66, 6% dos casos, para ser mais precisa, surgem como consequência de mudanças genéticas aleatórias e não de factores externos como o ambiente e hábitos de vida.
Esta conclusão não decorre do meu empirismo mas de um estudo científico sobre o qual podem ler AQUI e dá resposta a muitas questões se nos colocam perante um caso de cancro, em especial o porquê de o gajo também atacar quem segue à risca todos os comportamentos saudáveis possíveis e imaginários.
Não é o meu caso, diga-se. Apesar de me poder orgulhar de nunca ter sequer dado uma passa num cigarro e beber muito pouco álcool, não digo o mesmo quanto ao exercício e alimentação, mas adiante.
Sou uma das que teve Azar porque o meu tipo de cancro (linfoma de Hodgkin) será um desses que não precisa da envolvente externa para se revelar.
Paradoxalmente, esse Azar dá-me um conforto inexplicável.
A ideia de poder ter contribuído para adoecer deve ser de enlouquecer. Já ser acusada dessa contribuição, garanto que é de uma violência atroz.
Seja como for, é sempre um Azar. E não é há cá culpas de ninguém.
As palavras chave serão sempre as mesmas e comuns a todos - prevenção e detecção precoce. Atender aos sinais do corpo é meio caminho andado para uma e outra.
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