sábado, 24 de junho de 2017

Obrigada autoestrada

Íamos em plena A29 quando, passada dos carretos à conta de tanto insulto e agressões físicas, gritei a plenos pulmões "a vossa sorte é que não posso parar na autoestrada, senão viam o que vos fazia".
A Tita, que chorava devido à dor causada pelas unhas da mana a belisca-la, desabafou "obrigada autoestrada por não deixares parar o carro".
Escusado será dizer que tive de sorrir e até eu agradeci interiormente à autoestrada.




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