Regras da sensatez

Parte das minhas memórias de infância e juventude envolvem comida ( tem a quem sair a patroa mais nova). Não gostava de pedir nada mas muitas foram as vezes em que desejei que o meu pai lesse a minha mente e me levasse a lanchar umas moelas ou orelheira ao Tico Tico.
Hoje, passados muitos anos, voltei lá. Não fui com o meu pai, nem comi o mesmo de sempre. Cresci e talvez tenha de dar razão ao Rui Veloso quando canta que as regras da sensatez mandam nunca voltar ao lugar onde já fomos felizes.
Nota- nada contra a agradável companhia, atenção.

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