terça-feira, 1 de maio de 2012

Pingo Doce

O dia ficou, decididamente, marcado pela campanha promocional do Pingo Doce. Fá assumida de hipermercados, não faltei à chamada. Fui a um pequenino, aqui à beira de casa e tudo correu muito bem. Acho alguma piada (embora cada vez menos) aos argumentos, estafados, de que o facto de os hipers e shoppings abrirem em dias feriados (em especial no 1.º de Maio) é um atentado ao direito dos trabalhadores. Se calhar sou ingénua, mas vejo o trabalho como forma de revitalizar a economia. Não se esqueça que o comércio alimenta a indústria, o que acaba por dar emprego a muitas outras pessoas (para além daquelas que tiveram de trabalhar hoje). Mas adiante. O que chateia nesta acção do Pingo Doce é ver que causou desarmonia em muitas famílias (para não falar dos clientes que se acotovelaram nas lojas). Num espaço de cinco minutos ouvi duas pessoas a queixar-se dos familiares, que não avisaram que o Pingo Doce estava, praticamente, em saldos. E isto é algo que me ultrapassa. A cada dia que passa tenho menos paciência para as pessoas que se chateiam por tudo e por nada. Que, à mínima coisa, discutem e chegam a cortar relações com familiares e amigos. Obviamente que a culpa não é da Jerónimo Martins. A culpa é de quem não está bem com o mundo, mas nada faz para que a situação mude. Mais do que o impedimento de participar em arruadas, preocupa-me a falta de tolerância e de aceitação da diferença. Mas isso sou eu, que me diverti à brava com a minha mãe, enquanto arrastava os sacos cheios de compras. E que tive duas amigas a avisar-me da promoção.

1 comentário:

  1. Olá Susana. Pois é eu também achei o máximo, fui logo pela fresquinha e consegui fazer compras muito em conta. Venham mais. beijoscas.

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