sábado, 2 de junho de 2012

Em resposta ao meu marido

Entre as muitas coisas que me fazem gostar de escrever neste blogue, está a alegria que sinto cada vez que recebo comentários do meu marido. Tão raros quanto especiais. E o rapaz até sabe escrever. Qualque dia desafio-o ser ser co-autor do Hodgkin, logo existo (aliás, creio que já aqui o disse, é ele o padrinho da criança pois foi quem lhe deu o nome). Passo agora à resposta ao comentário deixado no post de dia 30 de Maio (as minhas limitações não me permitem reencaminhar-vos para lá. Meu Amor, o mundo dá muitas voltas pelo que não posso jurar jamais vir a fazer a apologia dos verdes. Presentemente está fora de questão. Ainda à hora do almoço reparei na reacção da Tita quando lhe deste alface pela 1.ª vez e pensei que não deve ser muito natural os humanos comerem verduras, se até uma criança, que ainda não conhece os sabores, as rejeita. Mas isso sou eu, que fiquei traumatizada com aquela besta daquele homeopata que tanto me fez sofrer, em vésperas de iniciar a qimio, ao insinuar que eu era culpada por ter cancro. Só por comer carne e ter caído às mãos do lobbie (segundo a besta) da indústria de lacticínios. Brincadeiras à parte, sei que não sou um bom exemplo para as minhas filhas e espero que, também nisso, saiam ao pai (apesar de tudo indicar o contrário).

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