sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Gestão de emoções - desejo para 2013
Há dias falava com alguém, que me dizia que o cansativo não é trabalhar (e é alguém que trabalha muiiiito), mas gerir as emoções.
Aquilo que esperam e exigem de nós. Os julgamentos sumários quando não damos resposta no mesmo segundo.
Percebi bem o que me estava a dizer. Sinto exactamente o mesmo.
Gerir emoções e feitios, e andar com paninhos quentes de um lado para o outro, é das coisas mais esgotantes que pode haver. Viver em sociedade é difícil.
Todos somos e sentimos de forma diferente, mas poucos se preocupam em perceber porque é que o outro é ou sente daquela forma.
Poucos tentam ir além das aparências e procurar saber porque é que aquela pessoa não atendeu o telefone na hora em que precisámos, porque é que falou de forma menos simpática (...).
A tendência imediata é criticar e elaborar teorias da conspiração absurdas. E vamos vivendo num clima de constantes guerrilhas que vai minando tudo à volta.
Falta muita tolerância neste mundo em que vivemos e é no sentido de inverter esta situação que vão os meus desejos para 2013.
Olhemos menos para o nosso umbigo e mais para o daqueles que nos ladeiam.
A vida tornar-se-á, certamente, mais leve.
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E não te esqueças, que as pessoas com o feitio um pouco pior, que não gastam tantas energias a gerir as emoções, parece que vivem mais 2,5 anos que os outros.
ResponderEliminarbeijocas.
Pois, já tinha ouvido essa teoria.
ResponderEliminarEu preferia paz de espírito, Gigi
Uma beijoca grande
é tudo muito lindo, mas, a quem se concede mais tolerância, é, por norma, quem não merece nenhuma, quando muito uma trolitada na cabeça com um bastão de basebol; mas, já que vamos mudar de ano, vou esquecer o bastão e tentar ser generosa para quem não o é!
ResponderEliminarEsquece lá o bastão Lili, não me apetece ir visitar-te à pildra
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