Quando mudei de casa, fiquei horrorizada com a quantidade de tralha acumulada em 3 anos.
Pior que isso, a tralha acumulada da qual não me lembrava, o que demonstra a sua inutilidade.
Há dias li uma reportagem sobre o estilo de vida minimalista e voltei a lembrar-me das mudanças.
Não faz sentido, de facto, juntar tanta coisa que para nós é inútil mas para outras pessoas pode servir de muito.
Claro que há posições muito extremadas entre os chamados minimalistas, mas como em tudo há que ter meio termo.
Os argumentos a favor do minimalismo são vários. Eu fico-me pela partilha com quem, efectivamente, irá usufruir de coisas que estão em bom estado (obviamente) e, estupidamente, estão arrumadas a um canto.
Cá em casa comecei nas gavetas da roupa das cachopas e já tenho ali umas saquinhas para oferecer.
Deixo o tema, para reflexão.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
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