São 11 da manhã, de domingo, e já perdi a conta ao número de acareações que fiz, para perceber quem é que começou a morder, arranhar ou puxar cabelos.
O passo seguinte é, inveriavelmente, levar a menos culpada a fazer o devido pedido de desculpas e dar o beijinho da paz.
Desta última vez percebi que estavam a assumir a culpa na mesma proporção e que os gritos da Leonor se deviam à confusão que os irmão mais velhos fazem, frequentemente, entre o papel de irmão e o de pai.
Depois de acalmar os ânimos disse-lhe "Leonor, não és tu quem tem de ralhar. Quem ralha é a mãe".
A resposta, por mais que tenha dificuldade em admitir, foi certeira. "Mas , mãe, eu tenho mais jeito para ralhar com força !
Mais palavras para quê.
domingo, 17 de novembro de 2013
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