Hoje colocou-se a hipótese de adiar um momento de convívio porque uma das convivas não poderá estar presente no dia combinado.
Recusei de imediato, claro.
Não que me seja indiferente a ausência de uma amiga, mas porque a solução não é, definitivamente, adiar pequenos, grandes, prazeres da vida como o que será passar uma tarde à volta de uma mesa em amena cavaqueira.
A solução é criar outras oportunidades para estar com essa amiga (especialmente quando esta nos está a dever um cafézinho, não é Suzzz?).
A fugacidade da vida é tão grande quanto deveria ser a nossa obrigação de aproveitar cada minuto com coisas que nos façam felizes.
Nem é preciso dizer que esse foi um dos grandes ensinamentos que recebi do cancro.
Depois de me ver confrontada com o desafio que é lutar pela vida, percebi o quão estúpido é deixar de ir de Aveiro à Barra, para estar com amigos, por só termos 5 minutos para o fazer.
Se só temos 5 minutos então são esses que temos de utilizar, sob pena de um dia percebermos que deixámos a vida (e os afectos) passar ao lado.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
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