Morto?! Como assim, morto?!!!

Crias tratadas e caídas nos braços de Morfeu; 10h da noite. Tudo se conjugava para um perfeito momento de estupidificação da mente através da leitura de mais uma aventura do meu querido Perry Mason.

Vou embalada quando, mudando de página, alguém pergunta como morreu o homem. Releio a frase vezes sem conta, volto umas páginas atrás outras tantas vezes e nada de referências ao dito cujo, muito menos ao seu assassinato.

Eis senão quando se me ilumina a mente e resolvo conferir a numeração das páginas. Só faltavam 20, basicamente aquelas em que é narrado o acontecimento à volta do qual o livro vai andar.

Raios! É o que dá comprar livros em feiras das velharias. Alguma vez tinha de acontecer.

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