Acasos? Não acredito neles!

O assunto não justificava a hora do telefonema. A hora do telefonema não obrigava a que fosse atendido. Mas foi e, percebi de imediato, não foi por acaso.
A título de um assunto que nada tinha a ver com o rumo que a conversa levou, ouvi palavras dirigidas ao cerne do meu sentir. Aquelas que precisava mesmo de ouvir. Tao bom.

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