segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Chegou o Outono e, com ele, a febre

Tenho a mais velha de molho.

Segundo o médico, deverá ser uma adenoidite.

A consulta no otorrino, que já estava planeada, justifica-se mais do que nunca.

A pequena tem febre, o nariz super congestionado e uma bola atrás de cada orelha.

Já a mãe, tem o músculo cardíaco atrofiado, apesar da cachopa conseguir brincar e dar as respostas tortas que a caracterizam.

E as vencedoras foram ....

Depois de uma grande período de reflexão, eis que escolhemos as actividades extracurriculares das madames.

Assim, durante este ano lectivo, D.ª Maria Leonor frequentará a aula de música (30 minutos/semana); a piscina (2 vezes por semana) e a aula de inglês (45 minutos/semana).

Já D.ª Maria Benedita tornar-se-á mais uma sereia, nas piscinas do Sporting Clube de Aveiro (1 vez por semana), juntamente com a lontra da mãe, e será inscrita na aula de música (45 minutos/semana).

Prometo ir contando as peripécias que, conhecendo as minhas filhas como conheço, imagino venham a ser muitas.

domingo, 29 de setembro de 2013

Aí vai mais uma receitinha rápida, e saborosa, para a semana

Sou fã, incondicional, de tudo o que tenha natas mas, ultimamente, ando a tentar controlar-me.

Lembrei-me de partilhar esta receita de, que é rápida (como se quer durante a semana) e tem a versão com e sem natas.

Ingredientes

Frango
Sopa de Cebola
Cerveja
Natas (ou não)

Versão estufada

Espetar com os pedaços de frango (preferencialmente dos pequenos, para ajudar a que a confecção seja rápida) para uma panela. Regar com cerveja e a sopa de cebola. Deixar estufar, se for o caso, acrescentar um bocado de água. No final da cozedura, juntar um pacote de natas e deixar ferver um pouco.

PS não necessita de sal, pois a sopa de cebola já tem


Versão assada

Espetar com os pedaços de frango numa assadeira, regar om cerveja e sopa de cebola. Deixar assar.

O acompanhamento dependerá do gosto. Vegetais (para quem apreciar o estilo); arroz, puré, massa ...

3.º embrião - ah,ah,ah, muito bom

Comentário da mana do meio, e tia mais velha, ao último post - "vê lá mas é se não trazes, de Lafões, um 3.º embrião".

Ah, ah, ah. Cheia de piada, a miúda.

Para o bem e para o mal, fazem parte do projecto

No próximo domingo fazemos 6 anos de casados.

À semelhança do que fizemos nos aniversários anteriores, vamos arejar durante o fim de semana.

E, como sempre, não vamos sózinhos. No 1.º ano, levámos um embrião que viria a tornar-se na pequena Maria Leonor; no 2.º já a rapariga foi no ovo; no 3.º levámos o ovo e outro embrião (a Maria Benedita) e por aí fora.

Este ano, as minhas colegas  de trabalho começaram a dizer-me que o fim de semana devia ser só do casal e que as pequenas ficariam bem com os avós.

Como quem não quer a coisa, contei esses comentários aos avós que se prontificaram, de imediato, a ficar com as pirralhas.

Faltava falar com o papá. Tal como eu estava à espera (e interiormente também pensava), o papá recusou-se terminantemente a deixá-las. Diz ele que "não seria a mesma coisa" e que depois marcamos outro fim de semana só para nós.

Sabemos que as pequenas ficariam muito bem entregues (já os avós nem tanto) e a questão nem é o facto de irmos passear sem elas.

Sei que muitas mães me devem achar um monstro, mas a verdade é que ando sempre a suspirar por uns momentos longe das minhas crias, nem que vá a falar delas a viagem toda. Podem dizer o que quiserem, menos que o meu Amor por elas não é infinito e incondicional, que aí chateio-me a sério.

É  que preciso de descanso, coisa impensável quando estão presentes.

Mas, realmente, nesta data as meninas têm de estar. Isto significa que ainda não será este ano que vou assistir, sem interrupções e preocupações, à visita guiada ao Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões.


Para o bem e para o mal, as cachopas fazem parte do projecto iniciado lá atrás.

sábado, 28 de setembro de 2013

Problemas outonais de uma mãe

O Outono pode ter os seus encantos mas, pelo menos, este ano ainda não os vi.

Para mim, esta mudança de estação está a ser sinónimo de gritaria matinal.

Depois de uns mesinhos com os pézinhos ao léu, as marquesas estão a resistir a meias e calçado fechado e tem sido um filme para as calçar.

As pobres até terão alguma razão pois, num espaço de 3 meses, olho para os ditos pézinhos e dá a sensação que os besuntei com fermento de padeiro, já que estão gigantescos e o calçado não fica propriamente folgado.

Há, pois, que ir à sapataria com urgência.

Ontem ainda tive direito a uma valente molha, na hora de as levar ao infantário. Depois de uma corrida desenfreada para meter as meninas no carro, tirá-las e enfiá-las no infantário, sem que se molhassem, a minha recompensa foi ouvir um "mãe, molhaste-me com o teu casaco", pois um gota inconveniente escorreu para a pele sensível de D.ª Maria Leonor.

Com isto, e com a estúpida diferença de temperatura entre o interior dos edifícios e a rua, é ver-me a trabalhar, de cavas e banhada e suor, enquanto chove torrencialmente na rua.

Bem sei que nunca estamos contentes com o tempo que temos e que estou a ser rezingona mas, realmente, este início de Outono está a deixar-me louca.

E assim me despeço, pois tenho de me ir enfiar no roupeiro da Leonor a separar roupa, tarefa tão detestável quanto necessária.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Escolha das actividades extra-curriculares

Ontem foi a famosa consulta de pediatria da Maria Pinto II.

Paguei 60€, mas vim de lá regalada e inchada que nem um perú com os elogios que ouvi sobre o desenvolvimento das minhas crias.

Na fase das questões, coloquei a dúvida sobre quais seriam as melhores actividades extra-curriculares para as cachopas.

Na opinião da pediatra, a piscina é suficiente para a Tita. Relativamente ao inglês, em particular, acha que até aos 3 anos não faz falta nenhuma.

No caso da Leonor diz que o melhor é perguntarmos-lhe o que quer fazer e que todas as actividades que desenvolvam a parte cognitiva serão boas, desde que lhe dêem prazer.

Posto isto, terá de haver reunião dos pais "Neves Pinto" para analisar mais aprofundadamente a questão.
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Quando a Leonor nasceu, combinámos que, na dúvida, seguiríamos a opinião da pediatra que a acompanhasse já que o facto de a termos escolhido significava que confiávamos nela. O mesmo se aplica, obviamente, à Tita.

E, na verdade, confiamos muito nesta pediatra.

Ora, relativamente ao modo de educar criancinhas, o que há mais são dúvidas e teorias. Não haverá, certamente, a resposta certa.

 Gostei bastante da sugestão de perguntar a opinião da Leonor, embora tenha algum medo da resposta já que a rapariga é imprevisível. Em todo o caso, imagino que o ballet seja, pelos motivos já onhecidos, uma forte probabilidade.

Não percam as cenas dos próximos capítulos

Desta vez sim, estou livre do IPO

 Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...